OS EFE

INTRODUÇÃO

No Século XVI, quando o povo Turco se encontrava sob o poder do Império Otomano, as condições históricas, econômicas e sociais da época impunham um sistema de posse da terra absolutamente desfavorável para a maioria da população. Nesse sistema, a terra era dada às pessoas de acordo com suas posses, a maior parte dessa terra ficava próxima ao castelo. A população, sem meios para lutar por seus direitos e por melhores condições, se via subjugada pelos seus senhores.
Foi então que primeiro se ouviu o termo Efe, líder guerreiro do povo Zeybek. Eles encabeçaram as Revoltas Jalili, contra o poder do Império Otomano, que tiveram lugar na região oeste da península da Anatólia, especialmente dentre os Egeus, para buscar justiça, virtudes e direitos. Esse povo não se conformava com as condições que lhe eram impostas e decidiu lutar, ainda que fosse com o sacrifício da própria vida.

Segundo o Efe İslamoğlu, seu povo, que vivia próximo ao castelo, não suportava mais aquela situação, em que todo o país estava nas mãos de poucos proprietários de terras, que lhes cobravam tributos e taxas, e que não iam para a guerra porque eram ricos, mandando sempre o povo para morrer: “Eles comem com fartura, mas para o povo pão velho…”. Liderou então os Zeybek para as montanhas, onde ficavam protegidos contra as autoridades e podiam iniciar sua luta por justiça.

 

 

INTRODUÇÃO

No Século XVI, quando o povo Turco se encontrava sob o poder do Império Otomano, as condições históricas, econômicas e sociais da época impunham um sistema de posse da terra absolutamente desfavorável para a maioria da população. Nesse sistema, a terra era dada às pessoas de acordo com suas posses, a maior parte dessa terra ficava próxima ao castelo. A população, sem meios para lutar por seus direitos e por melhores condições, se via subjugada pelos seus senhores.
Foi então que primeiro se ouviu o termo Efe, líder guerreiro do povo Zeybek. Eles encabeçaram as Revoltas Jalili, contra o poder do Império Otomano, que tiveram lugar na região oeste da península da Anatólia, especialmente dentre os Egeus, para buscar justiça, virtudes e direitos. Esse povo não se conformava com as condições que lhe eram impostas e decidiu lutar, ainda que fosse com o sacrifício da própria vida.
Segundo o Efe İslamoğlu, seu povo, que vivia próximo ao castelo, não suportava mais aquela situação, em que todo o país estava nas mãos de poucos proprietários de terras, que lhes cobravam tributos e taxas, e que não iam para a guerra porque eram ricos, mandando sempre o povo para morrer: “Eles comem com fartura, mas para o povo pão velho…”. Liderou então os Zeybek para as montanhas, onde ficavam protegidos contra as autoridades e podiam iniciar sua luta por justiça.
O Efe Islamoğlu dizia que a injustiça e a falsidade são lacunas na sociedade, mas a lei da Natureza não permite essas lacunas. Quando o povo não pode respirar por causa dos roubos e está deprimido, algumas pessoas naturalmente irão buscar preencher essas lacunas e semear justiça. Essa difícil tarefa incumbiu aos Zeybek, na medida em que não se entregaram à injustiça, ao domínio e à falta de direção, resistindo quando não havia mais nada a perder, a não ser a vida.
Os Zeybek desciam de seus esconderijos nas montanhas para resistir à administração local e impor a ordem. Depois, novamente subiam as montanhas, onde ficavam protegidos. As montanhas tinham um significado especial para os Zeybek. As forças locais não podiam acessá-las facilmente e quando o faziam não conseguiam ficar lá por muito tempo. Os que habitavam as montanhas não falavam sobre como viviam e nem o que viam. As montanhas eram um símbolo da revolta.
Os Efe diziam que quando alguém se revolta é considerado culpado pelo poder e pela lei oficiais, mas na verdade, aos olhos do povo, é um herói, guerreiro e defensor dos injustiçados. A revolta contra a injustiça é a defesa do direito e da liberdade. Diziam ainda que a revolta tem dois lados: um de bravura e coragem, outro de inquietação, suspeita e medo. O guerreiro deve levar esses dois lados no seu coração. A inquietação e o medo levam à precaução, enquanto a bravura e a coragem levam ao otimismo amoroso e à caridade, que essas são as principais características do guerreiro.
Embora as raízes dos Zeybek não sejam claras — há muitas hipóteses a respeito — é certo que eles são líderes turcos com seus nomes, crenças, danças, cerimônias e tradições. Ser um Zeybek é um modo de vida com regras rígidas. É obrigatório cuidar e proteger aqueles que sofrem. Um Zeybek é aquele que participa dessa estrutura tradicional. Aquele que se responsabiliza e lidera é chamado de Efe, sendo denominados kizan os membros novos e mais jovens.
O Efe é escolhido pelos Zeybek por sua virtude, sendo ele quem toma as decisões, que não podem ser contrariadas. O kizan é escolhido numa cerimônia específica. O Efe escolhe o Zeybek mais talentoso, maduro e experiente como um chefe para ajudá-lo, e este se torna responsável pelo Efe, auxiliando-o em tudo que este necessite.

 

“Não venha, não venha
Morra, mas não mude sua decisão
Compartilhe a dor de quem sofre
Não abandone a verdade
Não coma nada imprório
Seja gentil, não magoe o coração de um amigo
Caminhe seguro e fale certo
Fique do lado dos mais fracos, não aceite o cruel
Espere ter boa sorte,
uma espada afiada e um rosto honesto no Universo
Espere ter Şah ı Merdan Ali como um ajudante,
Bozatlı Hızır como ajudante, observador e guardião”
(Prece de Zeybek)

 

CERIMÔNIA PARA SE TORNAR UM EFE

Quando um Efe morre, os Zeybek fazem uma cerimônia especial. Eles deitam o Efe morto numa grande rocha na montanha. No alto da cabeça e nos pés, eles queimam junípero, pinho e carvalho. Num certo momento, toca-se num instrumento de corda uma triste canção de luto, e a perda é lamentada. Há uma dança zeybek especial para essa cerimônia, durante a qual os kizans não dançam, apenas assistem.
Após a cerimônia, o Efe é enterrado num local secreto (próximo a uma grande rocha ou no topo das montanhas). Para não perder esse local, planta-se uma árvore de junípero ou de amora na cabeça do túmulo. Depois que o Efe morre, os Zeybek ficam liberados para deixar o grupo e formar outro. Os que permanecem devem escolher um novo líder.
A escolha de um novo Efe é um período difícil, pois para ser um Efe é necessária muita responsabilidade. Somente quem é bravo, confiável, destemido, disciplinado, caridoso, maduro e bondoso pode ser escolhido. Se o Efe que morreu tiver um filho com todas essas características, ele poderá ser escolhido, caso contrário, outro membro do grupo que tenha essas qualidades.
A selecão é feita no topo da montanha, próximo a uma grande rocha, em frente a uma caverna, num abrigo. Após a escolha, os Zeybek colocam suas armas em frente ao escolhido, beijam suas mãos e as colocam em suas testas, depois recuam. Isso significa que aceitaram sua liderança e fizeram seu voto de obediência a ele.

O CHEFE DE RECRUTAS E A CERIMÔNIA DE KIZAN

O Chefe Zeybek é um seguidor armado que está sob o comando direto do Efe, protegendo, alimentando, criando, educando, ensinando todas as regras e tradições aos kizans (recrutas).
Os Zeybek dedicam especial atenção aos seus recrutas. Nem todos podem ser aceitos como recrutas. Os guerreiros se relacionam com as famílias e amigos dos recrutas, investigam e elaboram o ambiente e as circunstâncias para os que querem ser recrutas. Eles passam então por um período de experiência, após o qual, durante uma cerimônia, são aprovados ou não como recrutas.
A expectativa mais importante dos guerreiros em relação aos recrutas é a obediência às regras: sua lealdade e adaptação ao grupo.
Ser um Zeybek não significa apenas bravura e cavalheirismo. Para ser um guerreiro valente, bom e ativo são necessárias algumas qualificações como experiência, maturidade, compreensão, deteminação e bondade.
A cerimônia para se tornar um recruta acontece sob um loureiro, no topo de uma montanha, ao amanhecer. O loureiro é uma árvore considerada sagrada para os Zeybek, por isso a utilizam em suas cerimônias. Dizem que embaixo dessa árvore jaz uma pessoa sagrada (hizir), uma espécie de totem que os proibiu de queimar e cortar essas árvores. Acreditam que os locais onde ela é plantada tornam-se férteis.
Iniciada a cerimônia, o Efe se ajoelha. Os Zeybek e os recrutas formam um círculo e se ajoelham. O candidato a recruta levanta. O Efe olha para as montanhas, para as pedras, para os vales e para o seu novo recruta, que tira sua faca, curva-se e beija três vezes a testa do Efe, deixando sua faca no chão, ficando com a cabeça abaixada e as mãos juntas. Então, o Efe começa a lhe fazer perguntas sobre o que é ser um Zeybek e suas regras. Ele também pergunta se o recruta é capaz ou não de arcar com essa responsabilidade. O recruta afirma que o objetivo do Efe também é o seu e que nunca revelará um segredo do grupo. Colocando sua mão no braço do recruta, o Efe o exorta a fazer um juramento de sigilo:
“Eu juro neste pico e na frente desses corajosos que nunca revelarei nada, nunca apontarei para um pobre inocente e nunca desistirei de seguir meu Efe, sabendo que seu amigo é meu amigo e que seu inimigo é meu inimigo.”
O candidato a recruta passa sete vezes pelo loureiro onde está sua faca. Os outros recrutas também passam sete vezes pela árvore. O Efe começa uma prece Zeybek de juramento segurando a faca. Após o término da prece, o Efe dá a faca ao recruta, que a beija três vezes, toca sua testa e guarda-a na bainha em sua calça.
Depois da cerimônia, o Efe retira sua faca da árvore e guarda-a. Todos se levantam ao mesmo tempo. Agora, o candidato tornou-se um recruta, um membro dos Zeybek.

ORGANIZAÇÃO HIERÁRQUICA DOS ZEYBEK

Há disciplina e organização entre os Zeybek, e cada um tem seus deveres nessa estrutura organizacional:

1. EFE (Valente): é o executivo da organização. Administra sozinho, sendo o administrador chefe. Os Zeybek e os recrutas não podem fazer nada sem a sua permissão, não podem fazer nenhuma atividade sem sua informação e consentimento. O Efe suporta fortemente toda dor, tristeza, pressão e catástrofe. Ele tem de ser forte em todos os momentos e não pode demonstrar suas emoções.
2. CHEFE ZEYBEK: é o principal assistente do Efe, governando e liderando na sua ausência. Estabelece a comunicação entre os recrutas e o Efe.
3. ZEYBEK: os guerreiros Zeybek carregam o cura (instrumento musical tradicional) em suas costas, é uma tradição tocar cura ou bulrush. São os componentes do grupo depois de passar pelas provas como recrutas.
4. RECRUTAS: o recruta é o novo membro do grupo, então ele vem após o Zeybek Chefe e os outros Zeybek. Realiza trabalhos diários e solicitações do grupo, comunica-se com o vilarejo e a cidade.
5. ASSISTENTES: são encarregados de proteger e ajudar o grupo principal. Uma de suas tarefas é o suporte logístico. São comandados pelo valente (Efe) e viajam sozinhos.
6. REDE DE INTELIGÊNCIA E LOGÍSTICA E ACOMODAÇÃO: a rede de inteligência realiza a tarefa de obter informações, observando, pré-investigando. O pessoal de logística e acomodação fornece comida, bebida, equipamentos e esconderijos.

É obrigatório que todos estejam seguros. O grupo zeybek não perdoa enganos nesses assuntos. Eles sabem que pagarão por um erro dessa natureza com a própria vida. De acordo com a tradição Zeybek, não haverá danos a uma casa onde eles comem e bebem. Eles são respeitosos para com as mulheres, sendo os protetores de sua paz e honra. Ninguém sabe onde e como os Zeybek irão se acomodar. Eles conhecem ricos e pobres, sabem em quais vilarejos podem encontrar armas, em quais montanhas estão determinados nômades, sabem encontrar água, cavernas e transitar muito bem pelas montanhas. Os recrutas trazem as informações e notícias dos assistentes, que contribuem para a elaboração cuidadosa dos planos. Perseguições e ataques são feitos no escuro, seguindo o método de não deixar pegadas, enganando o inimigo.
Eles têm que ser cuidadosos o tempo todo, então se especializaram em reconstituir o som de passos. Como complemento, são muito ágeis, aprendem e evoluem rápido, com habilidades para aplicar o aprendizado. Esses são alguns fatores que os tornam diferentes dos seus inimigos. Eles não se movem à toa e aplicam com discerimento todos os recursos de que dispõem.
Os Zeybek não agem conforme sua raiva e fúria. Não tratam de seus assuntos em público, e jamais discutem qualquer assunto quando ainda estão sob o domínio da ira: “quando a raiva surge, os olhos ficam vermelhos, quando ela se vai, o rosto fica vermelho.”

TRADIÇÃO ZEYBEK

Os Zeybek optaram por viver nas montanhas e segundo as regras das montanhas. Todos os guerreiros, recrutas e até as crianças têm o Efe como exemplo de vida e de conduta, por seu heroísmo, coragem, generosidade, e bondade. Isso os leva a ser destemidos, pacientes, gentis, maduros e a ter o discernimento para avaliar a situação e a necessidade de utilização de uma arma num dado momento.
Os Zeybek e mesmo as suas crianças são enfrentam com naturalidade a idéia da morte, pois isso faz parte da sua educação e da sua formação guerreira. Aquele que ultrapassa a porta do medo não se importa com a morte em si. Eles acreditam que os heróis não contam os dias que viverão bravamente. De acordo com a moral dos Zeybek, os guerreiros têm a obrigação de proteger o povo que sofre com a corrupção e as injustiças. Eles lutam contra os ladrões, usurpadores e tiranos, em favor do povo e da justiça.
A população dos vilarejos próximos aos locais onde os Zeybek atuam os vêem como amigos da justiça e inimigos do mal. Reconhecem que são justos e honestos. O verdadeiro guerreiro se esforça para viver dignamente e intensamente, para poder morrer como uma pessoa perfeita e digna.
Os Zeybek são muito rígidos no que se refere à sua forma de vida, não tolerando o desrespeito e a desobediência às regras. Também não gostam de ostentação e egoísmo, pois cada um deve entender que a o poder nunca está no indivíduo, mas sim no grupo ao qual ele pertence. Nenhum guerreiro, por mais virtuoso e habilidoso que seja, é mais importante do que a coletividade. Os Zeybek também outorgam grande importância à palavra dada, sempre cumprem o tudo o que prometem e a mentira não é tolerada, sendo punida com a morte.
Os Zeybek são reconhecidos facilmente por sua forma de se portar e de se vestir, seguindo determinadas tradições.

1. VESTUÁRIO

As roupas dos Zeybek demonstram sua posição dentro do grupo e também são concebidas de forma a aumentar sua eficiência em combate. O vestuário que adotam simboliza para eles ser uma pessoa extraordinária e pertencer a um grupo que é diferente do comum, da sociedade em geral.
O processo de produção das roupas dos Zeybek é longo e delicado, exigindo uma habilidade especial daqueles que as fabricam. As cores utilizadas procuram retratar a natureza, e ao mesmo tempo refletir a auto-confiança do guerreiro e sua união com o grupo. Essas roupas, seguindo um padrão uniforme, mostram que não há mérito algum em ser isolado, que para o guerreiro viver longe do seu clã é inconcebível e humilhante. As cores e a forma das vestimentas enfatizam que os guerreiros Zeybek não são pessoas comuns e não vivem como pessoas comuns, mas sim como homens e mulheres extraordinários.
Também são retratadao na dimensão visual e simbólica a liberdade e o respeito próprio, representando que viverão junto à natureza.
Os Efes vestem o melhor, mais bonito e mais atraente, de modo a demonstrar claramente sua condição de líderes dirigentes.

CABEÇA: tanto os Efe quanto os Zeybek usam solidéu (takke) embaixo do turbante. O Efe usa o fez (chapéu turco) vermelho e brilhante, que é confeccionado com muito tecido. Os Zeybek usam kabalak onde prendem o poşu que é envolto por oya.

DENTRO: vestem bürümcük creme, feito de seda pura, que possui agulha oya no pescoço e nos punhos, no bürümcük eles vestem camisa (mintan) vermelha ou roxa com branco.

LADO SUPERIOR: na camisa, eles usam cepken com botões cruzados, que parecem as asas de uma águia.

EMBAIXO: há uma roupa de baixo tradicional chamada caksirmenevrek, que vai sendo enrolada desde o quadril, com 3 metros de comprimento, com barra de seda e linho vermelho próximo da cintura. A razão de usar tanta seda é para diminuir a agudeza das facas.

PÉS: perneira de tecido ou de couro grosso feito à mão. O Efe usa botas feitas à mão chamadas Kayalik, os Zeybek usam sapatos vermelhos baixos, sandálias de couro cru e botas pretas.

CINTURA: cinto por trás e acima do xale de seda colorido. No topo, há um suporte que vai de cima até embaixo com as pontas caindo ao lado da mão esquerda.

ACIMA: o Efe usa uma bainha de couro feita à mão com sete camadas. Entre essas camadas, coloca duas facas Yatagan e uma arma chamada Kubur, que é um item obrigatório para um Efe, utilizada para afiar a cimitarra e embotar a adaga.

GRANDE LENÇO: são quadrados e ficam na parte superior esquerda da bainha, feitos à mão, em seda, nas cores violeta, vermelha ou vinho.

NO BRAÇO: faixa (Pazıbent) usada pelos Zeybek no braço direito, que nunca retirada até a sua morte. Os amuletos reais, chamados Hamayl são colocados desde o pescoço e caem até a axila.

2. DANÇAS ZEYBEK

As danças consistem basicamente em andar, ajoelhar, dar voltas, reverenciar, saltar e gritar. Pode-se dançar tanto em lugares fechados quanto abertos, nestes utilizam-se tambores e chifres, nos fechados usa-se o tradicional instrumento turco de cordas chamado Baglama ou Cura.
As danças dos kizans mais jovens são mais frívolas e violentas, eles dançam em grupo. Durante a dança grita-se “Haydi Efem” e “Esteee”. A dança Zeybek é uma combinação de bravura, coragem, generosidade, amor, vitória e rebeldia. A primeira coisa que se destaca é o orgulho e a atitude de grandeza.
A dança fica muito mais animada quando o Efe participa. Ele pode dançar sozinho, apesar da dança Zeybek ser feita com pelo menos duas ou quatro pessoas. O Efe não participa da dança sem ser convidado. Depois que é convidado, ele se levanta e começa a dançar com confiança. Primeiro, pára em frente aos mais velhos. Sua dança caracteriza-se por andar, ajoelhar, cair, tocar o chão, abaixar e gritar. Ele finaliza com um agradecimento.
Tocar o chão significa coletar o poder do solo e ser o dono desse solo. Caminhar significa a formação de uma fronteira e a posse da terra. A dança Zeybek demonstra a transição da águia. Ela pode ser interpretada desde a pose imóvel até o vôo, o deslizar e o pouso.

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